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Deputado estadual Glaycon Franco defende moradores do entorno da barragem CSN em Congonhas

Representando o município de Congonhas e região, o deputado estadual Glaycon Franco participou da audiência pública da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no dia 18/11, que discutiu o funcionamento da barragem de rejeitos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

A CSN está localizada na área urbana do município de Congonhas e tem causado preocupação à população que teme o rompimento barragem de rejeitos, como aconteceu em Mariana.

Durante a audiência, Glaycon reforçou o seu apoio aos representantes e moradores de Congonhas e destacou a sua iniciativa, através dos ofícios apresentados às Comissões de Minas e Energia e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável que solicitou relatório sobre as circunstâncias em que se encontram as barragens e outros mecanismos de contenção de rejeitos do Estado.

Conheço a preocupação da população de Congonhas em torno da barragem da CSN e, por isso estou, acompanhado de outros parlamentares, cobrando das empresas um os planos de ações de monitoramento e controle e as circunstâncias em que se encontram as barragens e as contenções de rejeitos no estado de Minas Gerais. Não vamos deixar passar em vão essa tragédia”, declarou Glaycon.

Em seguida, o promotor de Justiça Vinícius Alcântara Galvão declarou que a barragem não oferece risco à cidade, e que em 2013, foi realizado um inquérito civil que mostrou a necessidade de reajuste que já foi realizada e avaliada pela perícia de geologia do Ministério Público -MP.

O prefeito de Congonhas, José de Freitas Cordeiro, por sua vez, solicitou o apoio do deputado Glaycon Franco e dos demais para que pressionar os deputados federais a cerca do Marco Regulatório. O gerente-geral de Meio Ambiente da CSN, Nílton Augusto Viguetti, ressaltou que a empesa está adimplente com as obras exigidas pelo MP, seguindo as normais nacionais e internacionais de segurança.

Glaycon solicitou o envio dos documentos apresentados na audiência à Promotoria de Congonhas e para a CSN e cobrou o cumprimento da legislação federal que dispõe sobre planejamento em caso de ocorrência de acidentes.

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